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PMs da Bahia são ouvidos sobre o incidente que causou morte da dançarina cearense
Na madrugada de sexta-feira, a artista foi baleada e morta no Município de Irecê (BA)
O corpo da dançarina chegou no Ceará na noite de sábado e foi sepultado no domingo

Dez policiais militares, de três unidades da PM da Bahia, já foram ouvidos em depoimento sobre o episódio ocorrido na madrugada d a última sexta-feira (5) na cidade de Irecê, no Interior daquele estado.  Um inquérito instaurado pela Polícia Civil apura as circunstâncias  em que os PMs abriram fogo contra a caminhonete onde estavam integrantes da banda de Forró “Sala de Reboco”, de Fortaleza. Uma dançarina do grupo acabou morta.

De acordo com a PM baiana, o Comando-Geral da Corporação também investiga  o fato, através de um Inquérito Policial Militar (IPM). Já no âmbito da Polícia Civil, o caso é apurado em inquérito presidido pelo delegado Almir Fernandes, chefe da 14ª Coordenadoria Regional do Interior (Coorpin/Irecê).  Ele já sabe que três viaturas da PM participaram da ação.

O delegado afirma que todas as viaturas da Polícia envolvidas na operação são ostensivas, contrariando as afirmações dos integrantes da banda, que disseram não terem visto viaturas policiais, mas um carro comum  os perseguindo na estrada, o que teria gerado a suspeita de que se tratava de assaltantes.

“Aqui não temos viaturas descaracterizadas. Todas são ostensivas”, disse o delegado, que tomou depoimentos dos militares destacados nas seguintes unidades da PM baiana: Roesp Chapada, Companhia Independente e Pelotão de Emprego Tático Operacional (Peto).

Morte

Os PMs alegam que a Hilux onde estava o grupo desobedeceu a primeira ordem de parada e mais duas barreiras, e só parou quando foram efetuados os disparos.

Entre os integrantes da banda que estavam no carro, no total de cinco pessoas, uma delas acabou morrendo. Era a dançarina Gabriela Amorim, 25 anos.

Na manhã deste domingo (7), o corpo de Gabriela foi sepultado em um cemitério na cidade de Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).  A dançarina tinha um filho de 7 anos de idade e morava no bairro Conjunto Esperança.

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