Cearenses temem prisão com decisão do STF de proibir conduções coercitivas

Entre os nomes do Ceará estão o ex-governador Cid Gomes, o prefeito de Aracati, Bismark Maia e o deputado federal Antonio Balhmann

Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil. Brasil. Brasília - DF.

16/06/2018 9:03

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), ao proibir as conduções coercitivas, pode aumentar o número de pedidos de prisão temporária na Lava Jato. Segundo procuradores, a medida seria uma forma de substituir o instrumento vetado pelo STF na quinta-feira (14), informa a edição deste sábado (16) da Folha de São Paulo. No Ceará, um dos alvos prioritários é o ex-governador Cid Gomes, citado na delação de Wesley Batista, ex-diretor da JBS. Segundo o empresário, Cid negociou a liberação de créditos de ICMS em troca de doações milionárias para a campanha de 2014. Outros nomes no Ceará também temem a cadeia: Quintino Vieira, Cláudio Nelson, Bismark Maia e o deputado federal Antonio Balhmann.
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