A decisão do Supremo Tribunal Federal (
STF), ao proibir as conduções coercitivas, pode aumentar o número de pedidos de prisão temporária na
Lava Jato. Segundo procuradores, a medida seria uma forma de substituir o instrumento vetado pelo
STF na quinta-feira (14), informa a edição deste sábado (16) da
Folha de São Paulo.
No Ceará, um dos alvos prioritários é o ex-governador Cid Gomes, citado na delação de Wesley Batista, ex-diretor da JBS. Segundo o empresário, Cid negociou a liberação de créditos de ICMS em troca de doações milionárias para a campanha de 2014.
Outros nomes no Ceará também temem a cadeia: Quintino Vieira, Cláudio Nelson, Bismark Maia e o deputado federal Antonio Balhmann.