A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (
SSPDS) do Ceará desmentiu neste sábado (31) nota da Cooperativa dos Ginecologistas e Obstetras do Ceará e da Sociedade Cearense de Ginecologia e Obstetrícia. No texto das entidades médicas, foi denunciado que, na última quinta-feira (29),
bandidos declarando-se membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) obrigaram uma equipe de plantão do Gonzaguinha da Messejana a fazer o parto de uma jovem da facção criminosa.
A
SSPDS declara que "não houve nenhum registro na Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops) sobre homens armados no interior de qualquer unidade de saúde, em Messejana, na última quinta-feira (29)". O texto ainda ressalta que "não há qualquer registro com essas características nas delegacias responsáveis pela referida circunscrição".
Médicos reclamam
Na nota das entidades médicos, há denúncia de que o absurdo "não foi algo pontual e é necessário um posicionamento efetivo e assertivo dos órgãos responsáveis".
Dúvida
Quem está com a razão, a
SSPDS ou as entidades médicas que partiram em defesa dos obstetras?
Fique ligado
A
SSPDS, na nota emitida hoje, ainda deixa bem claro o que diz a lei:
"Comunicação falsa de crime ou de contravenção: Artigo 340 do Código Penal - Provocar ação de autoridade, comunicando-lhe a ocorrência de crime ou de contravenção que sabe não se ter verificado. Pena: detenção, de um a seis meses, ou multa".
Confira a nota dos médicos
Leia o posicionamento da SSPDS