Cid Gomes está visivelmente inquieto, dizem pessoas próximas ao ex-governador. Isso porque, nesta sexta-feira (8), subiu para sete o número de ministros do Supremo Tribunal Federal contrários a anular a delação da JBS. Cid acreditava que a denúncia feita por Wesley Batista, irmão de Joesley, de que teria recebido
R$ 20 milhões em propina da empresa, seria jogada na lata de lixo. Mas não vai.
Como o
Ceará News 7 noticiou ontem, mesmo com a reviravolta dos grampos de Joesley Batista, o ministro do
STF Luiz Fux, por exemplo, defendeu a manutenção de parte das provas. “Acho que as provas que subsistem autonomamente podem ser aproveitadas. A prova testemunhal dele não pode valer, mas os documentos que subsistem por si sós, eles têm de ter vida própria”.
Entenda
O ex-governador do Ceará,
Cid Gomes, recebeu R$ 20 milhões em propina da JBS em 2014. A revelação veio a público após delação de um dos donos da empresa, Wesley Batista, na Lava Jato.