Sindicato aponta precariedade em trabalho de agentes penitenciários no Cariri

Na Cadeia Pública de Juazeiro existe um agente para cada 63 privados

23/10/2018 5:44

A série de televisão ‘Carcereiros’ retrata a rotina de Adriano, um agente penitenciário responsável por controlar o acesso às celas do presídio, repleto de conflitos e desafios. Saindo da ficção, a realidade de agentes penitenciários da região do Cariri não é tão diferente do papel interpretado pelo ator Rodrigo Lombardi. O sindicato da categoria detalha condições precárias de trabalho, como o efetivo de profissionais que não é o ideal, ausência de equipamentos de proteção individual, e problemas na estrutura física das privações. Sobre o efetivo de agentes, o diretor do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Ceará, responsável pelos profissionais do interior do estado, Carlos Eduardo Brito, afirma que são necessários três mil trabalhadores para cobrir o déficit por agentes. Na Penitenciária Industrial Regional do Cariri (PIRC), um guarda é responsável por 50 detentos, enquanto na Cadeia Pública de Juazeiro existe um agente para cada 63 privados. Leia a reportagem completa na edição desta semana do Jornal do Cariri:  
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