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Justiça condena policiais militares acusados de formar um grupo de extermínio
Os dois militares réus receberam uma pena individual de 15 anos de reclusão
Soldado Daimler foi apontado como um dos integrantes da quadrilha

O Conselho de Sentença da 5ª Vara do Tribunal do Júri condenou, na última sexta-feira, dois policiais militares acusados de integrar um grupo de extermínio que agia em Fortaleza. Os PMs Daimler da Silva Santiago e Glaydston Gama Lopes foram sentenciados a uma pena de 15 anos de reclusão pela morte de Rogério Candeias da Silva.

O fato ocorreu na noite de 21 de setembro de 2017, em Fortaleza. De acordo com as investigações, os réus condenados integravam um grupo de extermínio composto por oito policiais militares, entre os quais o policial Pedro Cláudio Duarte Pena, conhecido como “Cabo Pena”; e um civil, Sílvio Pereira do Vale Silva, conhecido como “Pé de Pato

Daimler da Silva Santiago e Glaydston Gama Lopes foram pronunciados  pelo Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), como incurso nos crimes de homicídio consumado e tentado, do Código Penal, contra as vítimas Rogério Candeias da Silva e Roger Alves da Silva.

A  juíza presidente do Tribunal do Júri, Valência Maria Alves de Sousa Aquino, fixou a pena ao réu Daimler da Silva Santiago. O policial militar à época, em concurso de pessoas, premeditou o crime, efetuou vários disparos de arma de fogo contra a vítima, que estava confinada e algemada dentro do porta-malas de um  veículo modelo Clio, evidenciando acentuado grau de periculosidade do réu.

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