Comitê do programa ‘Ceará Sem Fome’ define prioridades e metas
A reunião foi conduzida pela presidente do Comitê, Lia de Freitas

REUNIAO CEARA SEM FOME COM PRIMEIRA-DAMA. (Foto: Thiago Gaspar/Governo do Ceará)
31/07/2023 17:40
Secretarias estaduais e instituições parceiras que integram o Comitê Intersetorial de Governança do programa 'Ceará Sem Fome' se reuniram nesta segunda-feira (31) e dialogaram sobre competências, metas e prioridades do programa. A reunião, realizada no Palácio da Abolição, foi conduzida pela primeira-dama do Estado, idealizadora do Ceará sem Fome e presidente do Comitê, Lia de Freitas.
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"Foi muito positivo o encontro. Saímos mais animados e com a certeza de que o Ceará sem Fome é fruto de muitas mãos e muitos esforços. A gente acredita que o quanto antes vamos tirar o nosso povo do mapa da fome", avaliou Lia de Freitas. O Comitê é composto por 15 secretarias de Estado, o Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), Defesa Civil, Cruz Vermelha, Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional do Ceará e um representante da sociedade civil.
A vice-governadora e secretária das Mulheres, Jade Romero, falou da cooperação para assegurar segurança alimentar e dignidade humana. "Por onde a gente tem andado, levamos a bandeira do Ceará sem Fome. Essa política é a mãe de todas as outras políticas. Nossa prioridade zero é ver a segurança alimentar nos diversos níveis. A Organização das Nações Unidas, inclusive, tem apontado uma feminização da fome, principalmente no pós-pandemia. Quando falamos do impacto da fome, promover a equidade de gênero é uma forma de combater a desigualdade", defendeu.
As reuniões, inicialmente, serão realizadas bimestralmente, conforme votado pelos membros do Comitê.
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Sobre o programa
O programa Ceará Sem Fome beneficia, em todo o Estado, 200 mil pessoas com um cartão alimentação no valor de R$ 300 mensais, para aquisição de alimentos. Até o momento, a medida incrementou mais de R$ 22 milhões na economia cearense.
Além do cartão, são oferecidas 100 mil refeições diárias a pessoas em situação de vulnerabilidade e em situação de rua. As refeições são de uma rede formada por quase 1,3 mil cozinhas solidárias, que recebem apoio financeiro do Governo do Estado.