CBF rebate Donald Trump e nega histórico “suspeito” de Raphael Claus
Donald Trump disse que o árbitro tem histórico "suspeito"

(Foto: Lucas Figueiredo/CBF)
06/07/2026 14:51
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou nota nesta segunda-feira (06) em defesa do árbitro Raphael Claus, após críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Claus virou alvo de polêmica na Copa do Mundo depois de expulsar o atacante Balogun, dos Estados Unidos, no jogo contra a Bósnia e Herzegovina. A Fifa suspendeu a punição ao jogador.
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Donald Trump confirmou ter pedido à Fifa a revisão da suspensão e disse que o árbitro tem histórico "suspeito".
Na nota, a CBF afirmou que Raphael Claus "é reconhecido mundialmente como um dos melhores árbitros em atividade" e que "não há, em todo o seu histórico, qualquer elemento que o desabone ou que sustente qualquer tipo de suspeita".
A entidade declarou ainda que "refuta qualquer insinuação que coloque em dúvida a integridade de Raphael Claus". Segundo o texto, ele é "um profissional exemplar, cuja carreira é amplamente respaldada por avaliações técnicas, desempenho consistente e confiança das principais competições nacionais e internacionais".
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A CBF encerrou afirmando que "reafirma seu compromisso com a verdade, com a transparência e com a defesa intransigente de seus profissionais".
Leia a nota completa:
"Raphael Claus integra o quadro de árbitros profissionais da CBF, é reconhecido mundialmente como um dos melhores árbitros em atividade e possui uma trajetória marcada por excelência técnica, conduta ética e absoluto respeito ao futebol.
Não há, em todo o seu histórico, qualquer elemento que o desabone ou que sustente qualquer tipo de suspeita.
A CBF refuta qualquer insinuação que coloque em dúvida a integridade de Raphael Claus. Trata-se de um profissional exemplar, cuja carreira é amplamente respaldada por avaliações técnicas, desempenho consistente e confiança das principais competições nacionais e internacionais.
A CBF reafirma seu compromisso com a verdade, com a transparência e com a defesa intransigente de seus profissionais."