Camilo Santana defende classificar CV e PCC como organizações terroristas

Declarações foram dadas em entrevista ao colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles

Brasília (DF), 10/12/2025 - O ministro da Educação, Camilo Santana, participa de cerimônia de anúncios dos projetos habilitados do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS) e dos anúncios de seleção do Novo PAC 2025, nas modalidades de abastecimento de água urbano e rural e de esgotamento sanitário urbano. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Brasília (DF), 10/12/2025 - O ministro da Educação, Camilo Santana, participa de cerimônia de anúncios dos projetos habilitados do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS) e dos anúncios de seleção do Novo PAC 2025, nas modalidades de abastecimento de água urbano e rural e de esgotamento sanitário urbano. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

11/06/2026 17:00

O senador Camilo Santana (PT-CE) afirmou ser favorável à classificação das facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, mesma medida adotada pelo governo Donald Trump nos Estados Unidos. As declarações foram dadas em entrevista ao colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles.

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Camilo disse concordar com os 60% dos brasileiros que apoiam a mudança, conforme pesquisa Genial/Quaest divulgada na manhã de quarta-feira (10). "O PCC e o Comando Vermelho causam terrorismo no Brasil inteiro. O que houver de pior para classificar esse pessoal, tem que classificar", declarou o senador.

O ex-ministro da Educação afirmou, inclusive, já ter informado sua posição ao presidente Lula. Segundo ele, também disse a Lula que o presidente fez um discurso "equivocado" ao reagir à decisão dos EUA.

Em Sergipe, Lula afirmou que o combate ao CV e ao PCC é uma guerra do Brasil, não dos Estados Unidos. Para Camilo, os EUA podem colaborar com a proposta de cooperação internacional de Lula contra o crime organizado.

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"Não podemos usar esse tema da segurança para fazer politicagem, como é feito lá no Ceará todos os dias pelo nosso adversário. É um desafio que precisa estar acima de qualquer questão partidária ou política", disse.

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