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	<title>Machismo | CN7</title>
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	<description>Portal de notícias do Ceará com cobertura especializada em política, segurança pública e desenvolvimento regional. Informação completa, análises e reportagens exclusivas sobre Fortaleza e todo o estado cearense.</description>
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		<title>Pesquisa indica que 27% das mulheres nordestinas já sofreram violência doméstica</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Nov 2017 22:20:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<a href="https://cn7.com.br/pesquisa-indica-que-27-das-mulheres-nordestinas-ja-sofreram-violencia-domestica/">Pesquisa indica que 27% das mulheres nordestinas já sofreram violência doméstica</a> <a href="https://cn7.com.br">CN7</a><p>As cidades onde essa violência foi maior são Salvador, Natal e Fortaleza</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<a href="https://cn7.com.br/pesquisa-indica-que-27-das-mulheres-nordestinas-ja-sofreram-violencia-domestica/">Pesquisa indica que 27% das mulheres nordestinas já sofreram violência doméstica</a> <a href="https://cn7.com.br">CN7</a><p>Nos estados do Nordeste brasileiro, 27% das mulheres com idade entre 15 e 49 anos já foram vítimas da violência doméstica praticada por maridos, companheiros ou namorados. As cidades onde essa violência foi maior são Salvador, Natal e Fortaleza. Esses são alguns dos dados levantados pela Pesquisa Condições Socioeconômicas e Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, apresentada na tarde desta quarta-feira (23) no auditório da representação da ONU no Brasil, em Brasília.</p>
<p>Elaborada em parceria com o Instituto Maria da Penha e coordenada pelo professor José Raimundo Carvalho, da Universidade Federal do Ceará, a pesquisa revela os impactos sociais, econômicos, emocionais e psicológicos nas vítimas e também na família, especialmente em crianças e adolescentes. Foram ouvidas 10 mil mulheres por 250 entrevistadores.</p>
<p>No lançamento, a secretária nacional de Direitos da Mulher, da Presidência da República, Fátima Pelaes, lembrou que a inclusão do fator econômico nos dados da pesquisa é fundamental para a formulação de politicas públicas, porque a violência contra as mulheres afeta a renda das trabalhadoras:</p>
<p>“É importante que a sociedade entenda que a violência doméstica está impactando a economia em torno de R$ 1 bilhão por ano. Precisamos envolver todo mundo nessa luta. As empresas precisam entender isso. Daí a ideia de formação da Rede Brasil Mulher, para mobilizar todos e todas no combate a essa violência, que passa de geração em geração”.</p>
<p>Para Fátima Pelaes, a educação escolar tem um papel importante e, por isso, pediu ao Ministério da Educação que inclua a igualdade de gênero nos livros didáticos.</p>
<p>Ao apresentar os números, o professor José Raimundo Carvalho lembrou que a violência doméstica existe em todos os países, sem exceção, e custa muito caro aos cofres públicos, por isso cobrou políticas públicas para enfrentar o problema. “No Brasil, tivemos três ações que ajudaram a combater a violência doméstica: os programas Bolsa Família e de microcrédito e a Lei Maria da Penha, mas não possuímos instrumentos para entender as relações de poder que fomentam a violência”.</p>
<p>Carvalho destacou que, entre as mulheres brancas com nível de educação superior, o percentual de vítimas é dez vezes menor do que entre as pretas sem qualquer instrução, e “isso deixa clara a desigualdade social e racial entre as mulheres que sofrem a violência”.</p>
<p>Dos pais para os filhos</p>
<p>Outra constatação da pesquisa foi a transmissão da violência doméstica entre as gerações. Os números mostram que, nos nove estados nordestinos, 88% das mulheres souberam que suas mães foram agredidas. E quatro em cada 10 também se tornaram vítimas dessa mesma violência.</p>
<p>“É a da perpetuação da violência” – disse o professor Carvalho. &#8220;Homens e mulheres criados em lares violentos reproduzem esse modelo quando adultos. E as mulheres também são vítimas [quatro em cada 10] de homens que também viram as mães agredidas”.</p>
<p>Outro dado alarmante, segundo o coordenador da pesquisa, é o da exposição das crianças à violência doméstica: 55% das mulheres agredidas disseram que as agressões se deram na frente dos filhos. Para o professor, na idade adulta, esses filhos vão reproduzir o que viram: os meninos vão acreditar que a violência é uma solução e as meninas vão aceitar a violência como uma realidade que não podem evitar.</p>
<p>Violência na gravidez</p>
<p>Segundo o coordenador da pesquisa, um dos dados mais chocantes foi o das agressões sofridas pelas mulheres gestantes. Segundo os números da pesquisa, 7% das mulheres agredidas durante a gestação têm entre 15 e 24 anos e o agressor não leva em conta o estágio da gravidez.</p>
<p>“Ele agride no primeiro trimestre e a maioria diz que não sabia que a mulher estava grávida, mas agride também no segundo e no terceiro trimestre”, disse. Nesses casos, ele observa, o feto é igualmente agredido e vai ser um recém-nascido com problemas de baixo desenvolvimento.</p>
<p>“E ainda há um agravante: a mulher grávida agredida tende à depressão e enveredar para o uso de álcool e de drogas, piorando ainda mais a saúde dela e do bebê”.,</p>
<p>Politicas públicas</p>
<p>A Secretaria Nacional dos Direitos da Mulher investiu R$ 2 milhões no projeto, que contou ainda com o apoio da Organização das Nações Unidas, por meio da ONU Mulheres, e Instituto Avon. Para o professor José Raimundo Carvalho, a comunidade acadêmica internacional já reconheceu a importância dessa pesquisa, a primeira no mundo a trabalhar cientificamente tal volume de dados levantados de maneira criteriosa.</p>
<p>“Essa pesquisa é de tal modo importante que não deve ficar restrita aos dados do Nordeste. Precisamos expandi-la para todo o Brasil, onde a violência doméstica não é menos alarmante” &#8211; disse.</p>
<p>Agência Brasil</p><p>The post <a href="https://cn7.com.br/pesquisa-indica-que-27-das-mulheres-nordestinas-ja-sofreram-violencia-domestica/">Pesquisa indica que 27% das mulheres nordestinas já sofreram violência doméstica</a> first appeared on <a href="https://cn7.com.br">CN7</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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