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Reclamação recorrente dos prefeitos
Por : Redação CN7
03/01/19 13:12

A maioria dos prefeitos terminam e iniciam o ano reclamando. No fim, os gestores choram o pagamento do 13º salário e no início reclamam do reajuste do salário mínimo. Apesar de alguns nem terem conseguido pagar o 13º, já têm que se preocupar com o reajuste, que este ano será de 5,45%. O Projeto de Lei já foi aprovado pelo Congresso e está para sansão presidencial. Mesmo com a reclamação da Confederação Nacional dos Munícios, a CNM, sobre um impacto de R$ 2,3 bilhões, o caminho é sem volta; Temer vai sancionar.

AOS PREFEITOS resta se preparar para a despesa. É a história do muito para quem paga, mas pouco para quem recebe. Para os servidores, o incremento representa apenas R$ 52 reais, quase nada para quem espera pelo aumento todo o ano. Apesar da choradeira, os prefeito têm o que comemorar, terão carta branca para pagar, viva a flexibilização da Lei de Responsabilidade Fiscal. Agora é só conseguir o dinheiro.

 

Prefeito de Milagres perde Câmara

O prefeito de Milagres, Lielson Landim, tem motivos de sobra para entrar o ano preocupado. Uma derrota surpreendente e acachapante, sofrida na Câmara de Vereadores, pode colocar seu mandato em rota de colisão com a Casa. Lielson foi atropelado politicamente pelo grupo de oposição, comandado pelo ex-prefeito Hellosman Sampaio. Na cidade a avaliação é que Lielson foi humilhado publicamente. Depois fazer a mesa diretora da Casa, viu a sessão ser anulada e feita nova eleição.

TIDO COMO CONSENSO, o vereador Giancles Filgueira, acabou destronado e em seu lugar alçado o vereador Beto Mitrato, ligado a Hellosman. A manobra deixou a todos de queixo caído, e a gestão de Lielson já teme o pior. As poucas explicações para o ocorrido, rumam no sentido da falta de atenção e descumprimento de acordo. Na política, esse erro pode ser fatal.

AINDA EM MILAGRES, o prefeito Lielson Landim, procura entender o que aconteceu na Câmara. Depois da eleição de 30 de novembro, que elegeu Giancles, a oposição reverteu tudo no dia 21 de dezembro. Na data seria a última sessão, com a previsão de visita do prefeito à Casa, mas o que aconteceu foi a anulação da sessão do dia 30.

O AUTOR DA FAÇANHA, o vereador Jorge de Dona Iraci, pediu a anulação da sessão sob argumento de que na sessão do dia 30, não foi lido a Ata da sessão anterior e que não tinha sido obedecido o tempo regimental para registro de nova chapa. Diante dos “graves” fatos a sessão foi anulada. Na prática a reviravolta teve o dedo do ex-prefeito Hellosman Sampaio.

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