A Polícia Federal rastreou depósitos de US$ 3 milhões feitos por lobistas a contas bancárias na Suiça que seriam parte de um acerto de propina com políticos do MDB do Senado, entre eles o senador Renan Calheiros, em troca de contratos na Petrobras.
A
PF também apontou indícios de envolvimento do deputado federal
Aníbal Gomes (MDB-CE) e de seu ex-assessor Luis Carlos Batista Sá
O relatório atribui o crime de corrupção passiva a Renan, Aníbal, o ex-ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau e Batista Sá.
A reportagem completa está publicada na edição deste domingo (25) do O Globo.