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Prefeitura de Fortaleza estranha operação da PF porque já tinha desistido de comprar respiradores
Operação da PF em Fortaleza
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Está aberto o confronto entre a Polícia Federal e a Prefeitura de Fortaleza. A gestão municipal estranha a Operação Dispineia, realizada hoje (25) na capital cearense, que investiga a suspeita de superfaturamento na compra de respiradores no combate à Covid-19. Segundo a Secretaria de Saúde do Município, a compra dos aparelhos já havia sido rescindida há 30 dias.

Existe outra acusação de abuso da PF, segundo o governo RC: as verbas que seriam usadas na aquisição desses respiradores mais caros (R$ 239 mil) não eram federais, mas recursos do próprio Município — a Prefeitura queria respiradores alemães, mas só havia chineses (daí a desistência).

Em tempo

Nesse confronto aberto, a Pregeitura de Fortaleza lamentou a nota da PF. O questionamento central é: como essa instituição tão séria pode declarar que não levará nenhum respirador instalado nos hospitais do Municipio, sabendo antecipadamente que não existia esses respiradores?

Em tempo II

A gestão RC ainda coloca mais lenha na fogueira: a Controladoria Geral da União( CGU) sabia que a compra não havia se concretizado — que o Município havia rescindido o contrato, que não houve prejuízos, que o Município investia recursos de seu próprio caixa.

Em tempo III

A Prefeiuta de Fortaleza tem sérios motivos para acreditar que todo o espetáculo de hoje nada mais é do que perseguição descabida do Governo Federal.

Em tempo IV

Com a palavra, a PF.

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