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Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Polícia Federal (PF) assinam nesta terça-feira (16) em Brasília convênio para compartilhamento das impressões digitais dos eleitores. Com isso, a
PF poderá utilizar as informações em investigações criminais.
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TSE também terá acesso ao banco de dados da Polícia Federal, que será utilizado para cadastrar automaticamente eleitores que não tiveram suas digitais coletadas. O convênio será assinado entre o presidente da Corte, Gilmar Mendes e o novo diretor-geral da
PF, Fernando Segóvia.
O convênio também pode acelerar a emissão de transportes. Quem tiver as digitais cadastradas no
TSE não precisará repetir o procedimento ao pedir o documento à
PF. As informações estão publicadas na Coluna do Estadão
(O Estado de S. Paulo) desta quinta-feira (16).