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Polícia elucida assassinato de bancário na casa de praia e prende um dos envolvidos
Vítima foi assassinada por dois homens na sua casa de veraneio na Praia do Batoque
Carlos Alberto Fonseca, 59, foi morto a pauladas e golpes de furador de coco
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A Polícia Civil  desvendou o mistério sobre a morte do bancário Carlos Alberto Silvino Fonseca, 59 anos, assassinado em sua casa de veraneio na Praia do Batoque, em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Dois suspeitos foram identificados e um deles já está preso e confessou participação no caso. O segundo já foi identificado e segue foragido.

O crime ocorreu na madrugada do dia 26 de janeiro. O corpo do bancário foi encontrado por vizinhos com marcas de violência em um dos cômodos de sua casa de veraneio na Praia do Batoque. De acordo com a Polícia, a vítima teria convidado um vizinho para um encontro sexual e bebedeira na casa de praia. Já no local, houve uma discussão seguida de morte.

O vizinho do bancário, identificado como Cristian Bruno Silva Pereira, 20 anos, matou Carlos Alberto, o “Cacá”, juntamente com Sérgio Mendes Rocha Filho, 18, que também foi convidado para a noitada na casa de praia.  Os dois usaram um furador de coco e uma mão-de-pilão para produzir os ferimentos e lesões na vítima.  Nada foi roubado, o que afasta a hipótese de um crime de latrocínio.

Crime e fuga

De acordo com a Polícia, após o assassinato, os dois homens se livraram de suas vestes sujas com o sangue da vítima e foram para casa. A investigação mostrou que na madrugada do dia 26, o bancário e os assassinos se encontraram na rotatória do Batoque e de lá seguiram para a casa de praia. O bancário dirigia sua caminhoneta importada e os dois suspeitos estavam em uma motocicleta logo atrás. A passagem deles pelo local foi filmada.

Durante o desentendimento dentro da casa, “Cacá” foi atingido com golpes do furador de coco e, depois, recebeu pancadas na cabeça com a mão-de-pilão. 

Intimados para depor, os dois homens se apresentaram na Delegacia Metropolitana de Aquiraz e confessaram o crime. Porém, não ficaram presos naquele momento. Posteriormente, a Justiça decretou as prisões preventivas. Cristian  está preso e Sérgio foragido.

Carlos Alberto Silvino Fonseca, o “Cacá” era funcionário da Caixa Econômica Federal e trabalhava na gerência da agência do bairro Conjunto Ceará, na zona Sul de Fortaleza.

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