Fortaleza registra queda de quase 8% no valor da cesta básica

Custo do conjunto de alimentos saiu de R$ 738,09 em julho para R$ 677,00 em dezembro

(Foto: reprodução/Prefeitura de Fortaleza)

(Foto: reprodução/Prefeitura de Fortaleza)

20/01/2026 12:23

O preço da cesta básica de alimentos apresentou queda em todas as 27 capitais brasileiras no acumulado do último semestre de 2025. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (20) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que desde julho do ano passado passaram a incluir todas as capitais no levantamento nacional.

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No Nordeste, Fortaleza registrou a maior redução no período. O custo do conjunto de alimentos essenciais caiu 7,90%, passando de R$ 738,09 em julho para R$ 677,00 em dezembro, uma diminuição de R$ 61,09. O resultado também coloca a capital cearense na terceira posição entre todas as capitais brasileiras com maior queda no preço da cesta básica.

No cenário nacional, Boa Vista (RR) liderou a redução, com recuo de 9,08%, seguida por Manaus (AM), onde a cesta ficou 8,12% mais barata no acumulado dos seis meses. Na outra ponta, as menores variações foram observadas em Belo Horizonte (MG), Macapá (AP) e Campo Grande (MS), com quedas entre 1,56% e 2,16%.

A análise regional mostra comportamentos distintos. No Centro-Oeste, Brasília (DF) apresentou a maior redução do período, com 7,65%. No Sul, Florianópolis (SC) teve queda de 7,67%, enquanto no Sudeste o destaque foi Vitória (ES), com recuo de 7,05% no valor da cesta básica.

Segundo o presidente da Conab, Edegar Pretto, o resultado reflete os efeitos da política agrícola adotada nos últimos anos. De acordo com ele, os investimentos federais no setor agropecuário e a ampliação da produção de alimentos para o mercado interno contribuíram para a redução dos preços.

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Edegar Pretto também destacou os planos Safra dos últimos três anos, tanto o empresarial quanto o voltado à agricultura familiar, que, segundo ele, contaram com volumes recordes de recursos e linhas de crédito com juros subsidiados, assegurando financiamento à produção agrícola no país.

Com informações da Agência Brasil.

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