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Facção com atuação no Ceará sofre para produzir drogas em tempos de coronavírus
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Facções criminosas que atuam no comércio internacional de drogas não conseguem mais produzi-las, porque as fábricas de produtos químicos fecharam na China devido ao coronavírus. A matéria saiu neste domingo (5) no Estadão.

O Cartel de Jalisco, do México, que atua no Ceará via Porto do Pecém, confessa estar impedido de fornecer drogas para o tráfico nos Estados Unidos e, provavelmente, na América Latina.

“Já o problema do cartel Jalisco Nueva Generación é a falta de precursores químicos para fabricar o fentanil, opioide que faz sucesso nos EUA. Há relatos de funcionários do Ministério da Justiça do México de que a produção foi paralisada desde que a China cortou as exportações”, esclarece o Estadão.

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