Dono de empresa ligada ao BNB é alvo de operação que apura lavagem no setor de combustíveis
Um executivo do Banco Genial e dois irmãos também foram alvos da PF

(Foto: reprodução/Instagram)
24/09/2026 9:23
O empresário Antônio Carlos Freixo Junior, dono da Entre Investimentos e ex-responsável pelas maquininhas do Banco do Nordeste (BNB), é um dos alvos da terceira fase da Operação Carbono Oculto, deflagrada pela Polícia Federal (PF), na manhã desta quinta-feira (24) pelo Gaeco do Ministério Público de São Paulo em parceria com a Receita Federal. Foram cumpridos 27 mandados de busca e apreensão em sete estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Santa Catarina e Espírito Santo.
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A investigação apura suposta lavagem de dinheiro e organização criminosa no setor de combustíveis, na aquisição da Tobras Distribuidora de Combustíveis Ltda., conhecida como Terrana. Segundo o Gaeco, executivos do mercado financeiro teriam participação central na estrutura.
Segundo o órgão, a organização seria liderada por Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como "Beto Louco", e Mohamad Hussein Mourad, chamado de "Primo". Os dois não estão entre os alvos de busca desta fase.
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Além de Freixo Junior, conhecido como "Mineiro", também são alvos Humberto Arthur Tupinambá Neto, executivo do Banco Genial, e seus irmãos André e Bruno Tupinambá. Freixo firmou acordo de delação premiada com a PGR em investigações relacionadas ao Banco Master.