A procuradoria-geral da República recebeu informações, segundo a coluna Radar (Veja), que o dono da Propeg, Fernando Barros, sabe "detalhar precisamente como Lúcio Vieira Lima vem pedindo dinheiro a empresários para livrá-los de uma eventual delação de seu irmão, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, o dos R$ 51 milhões.
A agência de publicidade Propeg foi citada na delação premiada do marqueteiro do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, Renato Pereira, por serem usadas para simular contratos que serviam para montar caixa dois de campanhas eleitorais cariocas.
A Propeg era a agência responsável pela conta de publicidade da gestão Cid Gomes (PDT) à frente do Governo do Ceará. Em contato com a coluna Radar, Fernando Barros negou ter informações sobre o esquema de Lúcia Vieira Lima.