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Documentos do SNI mostram que Ciro defendeu impunidade a torturadores da ditadura
Pedetista foi monitorado pelo extinto Serviço Nacional de Informação durante e após o período de repressão
Ciro Gomes e a papada

O presidenciável Ciro Gomes (PDT) foi monitorado pelo extinto SNI (Serviço Nacional de Informações, criado em 1964 e extinto em 1990) durante a Ditadura Militar e após o período de repressão. O UOL obteve relatórios sobre o pedetista que detalham seu posicionamento contrário ao julgamento de torturadores que atuaram durante a ditadura.

Segundo os documentos, três meses após ser preso em Fortaleza por distribuir panfletos de apoio a uma greve de motoristas e cobradores de ônibus, em 1979, Ciro foi a São Paulo participar do 1º Encontro Nacional dos Estudantes Não-Alinhados, que reunia estudantes contrários às lideranças de esquerda. Ciro participou de uma chapa para assumir o comando da União Nacional dos Estudantes (UNE).

Entre as propostas do grupo de Ciro, estava a “Anistia Ampla, Geral e Irrestrita” aos torturadores da ditadura, esquecendo-se a ideia de julgamentos de militares envolvidos nesse tipo de crime.

Além disso, os documentos ainda relatam a prisão de Ciro em 1979, quando foi pego distribuindo panfletos em apoio a uma greve de motoristas e cobradores de ônibus de Fortaleza. Na ocasião, outros 11 estudantes foram detidos pela Polícia Militar.

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