Chefe de grupo criminoso internacional procurado pela Interpol é preso no Ceará

A prisão foi realizada no Porto das Dunas, em Aquiraz

(Foto: reprodução/Instagram)

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02/01/2026 17:37

O polonês Torzecki Zbigniew Marcin, de 45 anos, apontado como chefe de um grupo criminoso internacional investigado por crimes contra a ordem financeira e por facilitar a travessia ilegal de fronteiras na Europa, foi preso no município de Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). O homem era procurado pela Interpol e foi capturado no dia 25 de dezembro de 2025.

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A prisão ocorreu após uma equipe do Batalhão de Policiamento Turístico (BPTur) da Polícia Militar do Ceará (PMCE) ser acionada para atender uma ocorrência de violência doméstica em um estabelecimento localizado no bairro Porto das Dunas. Segundo informações policiais, durante a madrugada, o suspeito agrediu verbal e fisicamente a noiva, uma mulher boliviana de 45 anos. Ele foi detido em flagrante e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Aquiraz, onde foi autuado por lesão corporal no contexto de violência doméstica.

Após a prisão, o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), com apoio da Polícia Federal (PF). Durante as investigações, foi constatado que ele utilizava documentos falsos, com o nome Paulo Leandro Tomacheski Ferraz, indicando nascimento no município de Pacatuba. Quatro aparelhos celulares foram apreendidos para auxiliar na apuração dos fatos.

No decorrer da investigação, as forças de segurança confirmaram que o homem é alvo de um Alerta Vermelho da Interpol desde outubro de 2025. Os crimes atribuídos a ele teriam ocorrido entre 2020 e 2024, na Polônia. De acordo com as autoridades, o suspeito é investigado por liderar um grupo responsável por crimes financeiros e por auxiliar a migração ilegal de pessoas oriundas da África e do Oriente Médio, facilitando a entrada desses indivíduos na Alemanha.

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Concluídos os procedimentos legais no Ceará, o preso permanece à disposição da Justiça e aguarda os trâmites para extradição ao país de origem, onde deverá responder pelas acusações levantadas pelas autoridades europeias.

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