Capitão Wagner e Roberto Cláudio reagem a decisão do TSE e levantam suspeita sobre ministro
Declarações foram dadas durante coletiva na manhã desta terça (29)
(Foto: reprodução/vídeo)
29/09/2026 12:38
O candidato ao Senado Capitão Wagner (União Brasil) e o candidato a vice-governador na chapa de Ciro Gomes (PSDB), Roberto Cláudio (União Brasil), reagiram nesta terça-feira (29) à liminar concedida pelo ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que suspende atos de campanha de ambos.
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Durante coletiva, os dois questionaram a decisão e levantaram suspeição contra o ministro. O argumento citado foi a atuação profissional da filha do magistrado, Laura Azevedo Marques, teria atuado como advogada de Junior Mano (PSB), primeiro suplente na chapa de Cid Gomes (PSB) ao Senado pelo grupo governista.
Segundo Capitão Wagner, a informação deveria ser considerada na análise do caso e a expectativa é de que o próprio ministro reconheça a situação. "Entendemos que ele próprio vai se declarar suspeito", disse.
Capitão Wagner afirmou que tomou conhecimento da liminar pela imprensa, classificou a medida como questionável e lembrou que se trata de uma decisão monocrática, que ainda será submetida ao colegiado do TSE. "Nós confiamos na Justiça, confiamos no julgamento do TRE. Não tem motivo pra não confiar na decisão do TSE. Lembrando que é uma decisão de um único ministro", destacou.
Assista ao trecho:
Na coletiva, Roberto Cláudio relacionou a decisão a uma tentativa de barrar a candidatura de Ciro Gomes ao Governo do Estado e citou ações anteriores contra a federação que compõe a coligação. "A máquina de perseguição contra os adversários que foi montada por Elmano, Camilo e Cid Gomes é uma máquina que inclusive quis evitar a candidatura do Ciro ao governo do Estado. Entrou com ação para torná-lo inelegível. Depois, tentou retirar a federação aqui no Estado do Ceará da coligação do Ciro e foi derrotada pelo Pleno do Tribunal Regional Eleitoral", afirmou.
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Roberto Cláudio disse ainda que o grupo adversário tenta "ganhar no tapetão" diante de uma candidatura que considera fortalecida e citou "tráfico de influência" e "relações espúrias" no poder atualmente no Estado. Ao final, afirmou confiar na Justiça cearense.
Assista ao trecho: