Camilo Santana é cotado para a Casa Civil e Rafael Fonteles para o Ministério da Fazenda

Chagas Vieira também é citado para a Casa Civil; Guimarães pode assumir uma estatal

Camilo Santana é cotado para a Casa Civil e Rafael Fonteles para o Ministério da Fazenda

26/10/2026 14:51

As articulações para a formação do quarto governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já começaram nos bastidores, após a reeleição neste domingo (25). Entre os nomes que ganharam força estão o senador cearense Camilo Santana (PT), cotado para assumir a Casa Civil, e o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), apontado como possível ministro da Fazenda.

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Camilo Santana ganhou espaço na equipe presidencial durante o segundo turno, quando atuou na articulação política da campanha. Ex-governador do Ceará e ex-ministro da Educação, ele passou a ser considerado um dos nomes mais fortes para ocupar a Casa Civil, responsável pela coordenação de ações do governo federal e pela interlocução direta com a Presidência da República.

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O nome de Chagas Vieira, que integrou a equipe de comunicação do governo cearense, também é citado para a Secretaria Executiva da Casa Civil, posto que auxilia na coordenação administrativa da pasta.

Rafael Fonteles é cotado para Ministério da Fazenda

O governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles, aparece entre os nomes cogitados para comandar o Ministério da Fazenda. Antes de assumir o governo estadual, ele foi secretário da Fazenda do Piauí e participou da articulação política e da comunicação da campanha de Lula no segundo turno.

Uma eventual nomeação exigiria que Fonteles deixasse o governo estadual para integrar a equipe federal. Até o momento, a indicação é tratada como possibilidade nos bastidores, sem confirmação oficial.

José Guimarães pode assumir estatal

O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães (PT-CE), também é citado nas conversas sobre a composição do próximo governo. Uma das possibilidades apontadas é sua saída da articulação política do Planalto para assumir a presidência de uma empresa estatal de grande porte.

As indicações ainda fazem parte das negociações para a formação do novo governo. A definição dos ministérios e dos demais cargos dependerá das decisões de Lula e das articulações com os partidos aliados.

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