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eusebio junino

Camilo reverte crise com o Congresso e adia votação do Novo Ensino Médio para 2024

MEC liberou R$ 1,08 bilhões em emendas para o Congresso

(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

20/12/23 11:34

A votação do projeto de lei que traz mudanças no Novo Ensino Médio foi adiada para 2024. O ministro da educação, Camilo Santana, fechou um acordo com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, que havia anunciado a manutenção do pedido de urgência feito pelo governo, mesmo com o executivo dando um passo para trás por divergências no texto.

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O Ministério da Educação (MEC) e o relator do texto no Congresso, Mendonça Filho, não entraram em consenso sobre a carga horária que será exigida. Por isso, o MEC retirou o pedido de urgência na apreciação na Câmara. Mas, para Lira, o movimento do Governo Federal demostrou o interesse de ditar as regras do legislativo.

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Parte da estratégia de Camilo para solucionar a crise com o Congresso, o MEC liberou R$ 1,08 bilhões para os parlamentares. Entretanto, continua amargando a falta de apoio dos parlamentares à presidente do Fundo Nacional de Educação (FNDE), Fernanda Pacobahyba.

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