Guiador que atropelou e matou vendedor ficará solto com tornozeleira eletrônica - Cn7 - Sem medo da notícia
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Guiador que atropelou e matou vendedor ficará solto com tornozeleira eletrônica

Victor de Carvalho fugiu após matar o motoqueiro e se livrou da cadeia

21/06/2017 13:16

O juiz de Direito, Edson Feitosa dos Santos Filho, titular da 4ª Vara do Júri de Fortaleza, não acatou o pedido do Ministério Público Estadual  (MPE) e decidiu não decretar a prisão preventiva do jovem Victor de Carvalho Alves, conhecido por “Motoca”, acusado de ter causado a morte de um motoqueiro enquanto tentava atropelar dois travestis. O crime ocorreu na manhã do dia 7 de abril último, na Rua Antônio Augusto, no bairro Joaquim Távora. Imagens captadas pelas câmeras de uma residência mostram o momento em que o carro importado guiado pelo acusado trafegava em alta velocidade pela contramão de direção e colide com a motocicleta pilotava pelo vendedor ambulante e entregador Auricélio Lima Vieira. O juiz decidiu substituir a prisão preventiva contra o acusado por medidas cautelares, entre elas, o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de dirigir veículo.  Além disso, o guiador terá que se apresentar mensalmente à Central de Alternativas Penais, no Fórum Clóvis Beviláqua, não poderá se ausentar da residência à noite nem manter contato pessoal ou de qualquer outro modo com as testemunhas do processo. O juiz, no entanto, acatou a denúncia do Ministério Público. O motorista deverá responder pelos seguintes crimes: homicídio com dolo eventual (assumiu o risco de produzir a morte da vítima), tentativa de homicídio contra os dois travestis e, ainda, embriaguez ao volante. Filmado As imagens captadas pelas câmeras mostram que antes de atropelar e matar o motoqueiro, o guiador tentou por várias vezes atropelar os dois travestis com quem ele discutiu depois de dar-lhes carona após uma noitada na Praia de Iracema. Depois de causar o acidente, ele fugiu e, minutos depois, abandonou o carro no estacionamento de um supermercado. Embarcou num táxi e permaneceu foragido. Dias depois, compareceu a uma delegacia da Polícia Civil e registrou um Boletim de Ocorrência em que afirmou ter sido vítima de uma tentativa de assalto praticada pelos dois travestis.

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