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Oposição aos FG não sabe se marchará unida
Por : Redação CN7
05/07/22 9:16

O presidente regional do PL, prefeito Acilon Gonçalves, explicou que a posição a ser decidida pelo partido sobre a sucessão no Ceará, depende diretamente da vontade do presidente Bolsonaro. O presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, disse que “se o Capitão Wagner declarar apoio à candidatura do presidente Bolsonaro, o PL fecha aliança com o União Brasil, e vota em Wagner”. 

Agora, se esse acordo não vingar, o PL deverá ter candidato próprio ao Abolição. Hoje, o nome escolhido é do ex-deputado federal Raimundo Gomes de Matos. Wagner e Acilon tem conversado quase todos os dias sobre a união das siglas. O que impediu até agora o anúncio do acordo é encontrar uma solução , pois Ciro e Cid Gomes como também os quatro pré-candidatos do PDT vem repetindo, sistematicamente, que Wagner é o candidato de Bolsonaro. Essa ligação umbilical desfavorece à campanha de Wagner, diante do favoritismo de Lula no Ceará. 

Entretanto, Wagner não descarta fechar com o PL e dividir seu palanque com o candidato ao Planalto, do seu partido, Luciano Bivar e também com presidente Bolsonaro. Essa questão deverá estar resolvida até o final de julho, quando acontecem as convenções do PL e do União Brasil no Ceará.

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